Empresa de radiodifusão, mais conhecida como Jovem Pan Belo Horizonte, descumpriu vedação prevista na Constituição Federal, por ter mantido parlamentar como sócio por quase seis anos

Empresa de radiodifusão, mais conhecida como Jovem Pan Belo Horizonte, descumpriu vedação prevista na Constituição Federal, por ter mantido parlamentar como sócio por quase seis anos
Evento terá como objetivo discutir práticas ilegais de transferência de horários nas programações de rádio e TV para a exibição de programas religiosos
O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro (RJ) realizará no dia 6 de dezembro, no auditório do 6º andar de sua sede no RJ (Av. Nilo Peçanha, 31 – Centro, RJ), o debate público “Diálogos sobre Direito à Comunicação no Brasil: Mídia, Política e Religião”. O evento, que ocorrerá de 8h30 às 12h, terá parceria da organização Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no país, e apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES).
Evento foi realizado na tarde desta quinta-feira (6), em Porto Alegre
Dificuldades de outorga, cobertura restrita a, no máximo, mil metros, desvio de finalidade e choque de frequências. Essas são algumas questões enfrentadas por profissionais que trabalham com rádios comunitárias que foram debatidas na tarde desta quinta-feira, 6 de outubro, no auditório da Procuradoria Regional da República da 4ª Região (PRR4), em Porto Alegre. O evento, coordenado pelo Grupo de Trabalho Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), reuniu representantes de organizações da sociedade civil, do poder público e de entidades do setor para discutir desafios e as perspectivas no campo da radiodifusão comunitária.
Nota técnica sobre o tema foi encaminhada a membros do MPF em todo o Brasil. Documento ressalta que cabe atuação do órgão nos casos de desrespeito às diretrizes legais sobre a matéria
Em agosto deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a ADIN 2404, que tratava da classificação indicativa de conteúdos de rádio e TV, e declarou inconstitucional a expressão "em horário diverso do autorizado", que consta no artigo 254 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Nº 8.069/90). O dispositivo previa pena de multa às emissoras que exibissem conteúdos fora do horário autorizado pela classificação indicativa.
A decisão do STF, no entanto, não impede a responsabilização judicial de emissoras que descumpram as diretrizes constitucionais e legais que vetam a exibição de conteúdos inadequados a crianças e adolescentes. Esse é o entendimento do Grupo de Trabalho Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal.
Entre as preocupações trazidas pelo relator Edison Lanza esteve
a violência policial em manifestações e as ameaças ao
sistema de comunicação pública no Brasil
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, recebeu na sexta-feira (23/9) a visita do relator especial para a Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos (OEA), Edison Lanza.
O representante da OEA esteve acompanhado de Margarette Macaulay, também integrante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, além de representantes de organizações voltadas ao direito à comunicação e à liberdade de expressão - como a Artigo 19, o Coletivo Intervozes, a Andi e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc).
Deputados federais Elcione Barbalho, Cabuçu Borges e o senador Jader Barbalho não podem ser proprietários de emissoras, de acordo com a legislação brasileira
Diálogo acontece em 6 de outubro e dá sequência à série de encontros sobre o tema que a PFDC vem promovendo nas cinco regiões do Brasil
Iniciativa integra a campanha Mídia sem Violações de Direitos, resultado de projeto realizado em parceria com a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão
Educadores treinados poderão auxiliar alunos da rede pública e privada quanto a direitos básicos e cidadania na internet
Janot alerta que há potencial risco de utilização dos canais para defesa de interesses próprios
Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação esteve reunido com a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat
“Obsoleto, crime de desacato a autoridade tem sido usado
como instrumento de abuso de poder”, diz Deborah Duprat
“É absurdo que em um Estado democrático de direito, forças policiais se sintam autorizadas a criminalizarem o direito à livre manifestação de opinião sob o argumento do desacato a autoridade”. A opinião é da procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, ao comentar o caso de dois jovens, em São Paulo e no Ceará, presos em casa pela Polícia Militar depois de terem feito críticas genéricas à corporação nas redes sociais.
No encontro foram discutidas ações com vistas à não violação dos direitos humanos na mídia e para a garantia da liberdade de expressão
Representantes de organizações sociais ligadas à defesa do direito à comunicação e à liberdade de expressão estiveram reunidas na quinta-feira (16/6) com a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat.
Em reunião no Conselho Nacional de Direitos Humanos, a procuradora federal dos Direitos do Cidadão ressaltou que mudanças na cultura de violência devem envolver o Judiciário
A procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, participou da 17ª reunião ordinária do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), realizada em Brasília,nos dias 9 e 10 de junho. Essa foi a primeira participação no Conselho da nova PFDC, que assumiu o posto no último dia 25.
A procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, apresentou na terça-feira (31/5) ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, representação pela inconstitucionalidade do artigo 331 do Código Penal, que trata do crime de desacato.
Atividade integra o projeto "Ministério Público pela Educação Digital nas Escolas", realizado pelo Ministério Público Federal , SaferNet e Comitê Gestor da Internet
O Ministério Público Federal no Tocantins (MPF/TO) realizou, na última quarta-feira, 4 de maio, na sede do Palácio Araguaia, a oficina Segurança, ética e cidadania para internet: educando boas escolhas online. O evento foi aberto pela procuradora da República Luana Vargas Macedo. Em sua fala de abertura a procuradora lembrou a grande quantidade de casos de pedofilia que acontecem no Brasil e ressaltou a importância do professores na conscientização de crianças e adolescentes para o uso seguro da internet.
Atividade integra o projeto "Ministério Público pela Educação Digital nas Escolas", realizado pelo Ministério Público Federal , SaferNet e Comitê Gestor da Internet
O Ministério Público Federal no Tocantins (MPF/TO) realizou, na última quarta-feira, 4 de maio, na sede do Palácio Araguaia, a oficina Segurança, ética e cidadania para internet: educando boas escolhas online. O evento foi aberto pela procuradora da República Luana Vargas Macedo. Em sua fala de abertura a procuradora lembrou a grande quantidade de casos de pedofilia que acontecem no Brasil e ressaltou a importância do professores na conscientização de crianças e adolescentes para o uso seguro da internet.
Ação no STF que questiona a política pública foi tema de debate
promovido com apoio da PFDC
Membros do Ministério Público Federal, representantes do poder Executivo, de organizações da sociedade civil, organismos internacionais e conselhos de direitos humanos estiveram reunidos na quarta-feira (9/3), na Procuradoria Geral da República, em diálogo sobre a política brasileira de classificação indicativa.
Representação cita congressistas de 19 estados; em São Paulo
já foram ajuizadas ações contra três deputados federais
sócios de empresas de radiodifusão
O Ministério Público Federal em São Paulo recebeu nesta segunda-feira, 23 de novembro, representação de 13 organizações da sociedade civil denunciando 40 parlamentares de 19 estados brasileiros que, segundo o Sistema de Acompanhamento de Controle Societário (Siacco), da Anatel, são sócios/as de emissoras de rádio e televisão no país. As entidades solicitam que o MPF atue para que estas empresas tenham suas licenças canceladas, tendo em vista que a Constituição proíbe que congressistas sejam sócios/as ou associadosa/s de concessionárias de serviços de radiodifusão.
O Ministério Público Federal (MPF) emitiu, nessa quarta-feira, 12 de novembro, nota técnica defendendo que o projeto Internet.org, de autoria do Facebook, não está adequado ao cumprimento das atividades legais por estar em desacordo com o princípio de neutralidade da rede. Na avaliação do MPF, antes de ser implementado, o projeto deve ser apresentado às principais autoridades neste campo de atuação, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Ministério das Comunicações e o Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil.
Diálogo foi promovido pelo Ministério Público Federal e reuniu representantes do poder público e de organizações da sociedade civil
Na última quarta-feira, 7 de outubro, a Procuradoria Federal dos Direitos dos Cidadãos (PFDC) do Ministério Público Federal (MPF), por meio de seu Grupo de Trabalho (GT) Comunicação Social, realizou audiência pública para discutir os desafios e as perspectivas da radiodifusão comunitária. O evento aconteceu na sede da Procuradoria Regional da República da 5ª Região, no Recife (PE). O diálogo foi focado em três pontos principais: a democratização, o financiamento e a fiscalização da radiodifusão.
O Grupo de Trabalho Comunicação Social, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) participa Conferência Internacional sobre Impunidade de Crimes contra Jornalistas, que acontece na Costa Rica, nesta sexta-feira (9) e sábado (10).
O encontro é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), da Corte Interamericana de Direitos Humanos e da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Outras 19 organizações especializadas na questão da promoção de liberdade de expressão apoiam o evento.
Especialistas de Argentina, Espanha, Equador e Uruguai discutiram avanços e desafios na implementação de ordenamentos jurídicos na área
A apresentação de estândares internacionais para a regulação da mídia e de experiências concretas na aplicação de novos ordenamentos jurídicos para a democratização do setor em diferentes países marcaram a tarde de debates do primeiro dia do “Seminário Internacional Regulação da Mídia e Direito à Comunicação”, que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão promoveu nos dias 23 e 24 de setembro, em São Paulo.
O especialistado Centre for Law and Democracy foi conferencista do “Seminário Internacional Regulação da Mídia eDireito à Comunicação”,que a PFDC promove em SP
A obrigação dos Estados nacionais em oferecerem suporte que possibilite o livre fluxo de ideias e a pluralidade nos meios de comunicação foi destaque na conferência “Regulação da Mídia – Censura ou Liberdade de Expressão?”, que deu início aos diálogos do Seminário Internacional Regulação da Mídia e Direito à Comunicação, que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão promove nos dias 23 e 24 de setembro, na sede da Procuradoria Regional da República em São Paulo.